Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 24/09/2019

Consoante ao poeta Cazuza, “Eu vejo o futuro repetir o passado”, cibercondria, doença da era digital, não é um problema atual. Desde ao início da Era da Informação com a expansão da computação e a criação da internet ou Revolução Industrial essa vicissitude é uma realidade. De mesmo modo, hodiernamente, as dificuldades persistem, afetando principalmente nas áreas da saúde e da educação.

Em primeiro plano, destaca-se que nos dias atuais, muitas pessoas deixam de marcar consultas médicas para procurar soluções e respostas para tais sintomas na internet, e com isso, acabam por se autodiagnosticar e se automedicar. Outrossim, um estudo postado no portal da Globo G1, mostra que 61,4% das pessoas que ingerem remédios de própria descrição, estão conscientes sobre os riscos que cada um deles oferecem.

Outro ponto relevante, nessa temática, é o conceito ligado à educação. Embora as facilidades que as novas tecnologias trouxe, como na comunicação, essa mesma vem atrapalhando muitas pessoas, principalmente crianças e adolescentes, na aprendizagem. A cibercondria, dependência de jogos eletrônicos, internet e celulares, atinge diversos desses indivíduos, o que acaba os prejudicando em seus conhecimentos, pois esses vícios os tiram a atenção e a concentração necessária para aprender e se desenvolver educacionalmente.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para a resolução desses problemas. Com isso, compete ao Governo promover medidas para diminuir essa epidemia. Essa ação pode ser feita por meio de crianção de ONGs e palestras, com pessoas capacitadas em ajudar, como professores e psicólogos, realizando jogos e atividades educativas sem o uso das tecnologias, com o objetivo das crianças e adolescentes saírem do mundo virtual e para que possam realizar práticas construtivas se divertindo, como aprendendo em brincadeiras.