Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 01/10/2019
Segundo Sartre: “O ser humano é livre e responsável cabe a ele escolher a melhor maneira de agir e pensar, de encontro a esse pensamento filosófico a grande parte das pessoas procuram se automedicar e contam com ajuda de pesquisas rápidas pela internet. Devido a esse problema de saúde pública é necessário abordar as principais causas, consequências e uma possível intervenção.
Em primeiro lugar, é preciso lembrar que o fácil acesso aos medicamentos sem receituário médico e as pesquisas sobre medicamentos pela internet intensificam esse problema. De acordo com o site da IBCMED “33% dos usuários revelaram que usam sites de busca para procurar informações ligadas à saúde”.
Como consequência disso, tem-se diversas pessoas se automedicando e que às vezes podem errar o diagnóstico ou utilizar em excesso a dosagem do medicamento. Segundo site do G1: “Muitas vezes, os cibercondríacos, por constatar similaridades entre os seus sintomas e os que encontram no mundo virtual, cometem equívocos ao concluírem, por si só, determinados diagnósticos”.Portanto, é necessário que o Governo Federal intervenha nesse problema abordado.
Para isso, o Ministério da Saúde deverá promover campanhas esclarecedoras através dos meios de comunicação, com apoio de parcerias público-privada. Tais campanhas deverão informar os prejuízos da automedicação, através de redes como o Youtube, as informações deverão ser apresentadas antes de iniciar qualquer vídeo, como as propagandas. Pois, se automedicar não é a melhor opção e sim buscar ajuda profissional. Dessa forma será amenizado os casos de automedicação e autodiagnóstico.