Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 30/09/2019
Cibercondria é um problema muio discutido no presente. Isso dever ser enfrentado , uma vez que o desenvolvimento pleno da sociedade depende do bem-estar de todos. Neste sentido , dois aspectos fazem-se relevantes: a automedicação e as doenças cibernéticas. O cenário atual, juntamente aos inúmeros casos de cibercondria, corroboram a ideia de que jovens e adultos são vitimas de um histórico-cultural. Nesse sentido, a automedicação é praticada por 79% dos brasileiros com mais de 16 anos . É o que revela pesquisa do ICTQ (instituto de pós-graduação para profissionais do mercado farmacêutico), feita em setembro de 2018, em 129 municípios das cinco regiões do país. Para o cardiologista Marcos Vinícius Gaz, do Hospital Israelita Albert Einstein, o fácil acesso é uma das razões para o uso indiscriminado de remédios no Brasil. O índice de quem admite tomar remédio sem prescrição médica chega a 91% na faixa etária de 25 a 34 anos. Ainda há de se considerar que as doenças cibernéticas falam sobre a dependência da internet, já se é pensado naquelas pessoas que passam maior parte do seu tempo, conectado as redes e esse tempo excessivo faz com que as pessoas se tornem cada vez mais compulsivas, o que gera um prejuízo grande em seus relacionamentos interpessoais.
Considerando-se essa realidade , é necessário cumprir os princípios da Constituição Brasileira , de modo a garantir a dignidade e o bem-estar aos cidadãos . Para isso , o ministério da saúde deve criar projetos que incentive as pessoas a procurar informações com profissionais da área que realmente sabe medicar e instruir as pessoas de maneira correta. Assim, sera possível formar cidadãos comprometidos em garantir a harmonia na sociedade como um todo.