Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 26/09/2019

Promulgado pelo ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos indivíduos a saúde e ao bem-estar social. Porém, a buscar imprudente da população sobre diagnósticos pela internet sem a consulta prévia ao médico e a venda de medicamento pelas farmácias sem prescrição médica, impedi o desfrute responsável  do direito na prática. Cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.

A Internet é o mecanismo de grande importância para informar a população. Seria racional acreditar que grande parte da população usufrua com responsabilidade das informações obtidas das fontes de  pesquisa sobre tais sintomas de saúde como fonte de se informar, e não a automedicação. O índice de quem admite tomar remédio sem prescrição médica chega a 91% na faixa etária de 25 a 34 anos.

Entretanto, Não somente a população imprudente, assim a venda de medicamento sem prescrição médica pelas farmácias contribui com o quadro da população hipocondríaca. Na série Sob Pressão, Dr: Evandro retrata a dependência clínica de um médico com a automedicação em suas crises. Valores deve ser empregados e executados ao  escassez do quadro.

O Governo junto ao Ministério da Saúde deve elaborar á Lei para que todos os sites de pesquisas sobre sintomas de saúde ao cabeçalho da página alerta,´´ As informações expostas na página não é de todo crédito, o médico sobretudo deve ser consultado sobre qualquer hipótese.´´ Assim, deixando a dúvida ao pesquisador levando-o a se questionar com um profissional de saúde. A Industria Farmacêutica deve protocolar toda  distribuição dos medicamentos as farmácias, todo remédio que chegar tem que haver o controle de quantidade de chegada e saída, com toda saída de medicamento ao fim de contagem haver  uma receita para cada saída do medicamento. Assim, com o controle de estoque e com a via da prescrição médica a diminuição favorece a não venda sem receita. faz-se assim, a escassez de uma população cibercondria.