Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 03/10/2019
Ao analisar o tema, vê-se que as pessoas têm deixado a sua saúde em segundo plano. Pelo fato dos grandes desenvolvimentos tecnológicos trazerem informações em mãos, muitos adultos e jovens deixam de buscar ajuda médica por confiarem em tudo o que se acha na internet.
Dessa forma, por existirem diversas doenças com sintomas muito semelhantes, ou até iguais, mas que só se pode descobrir qual doença é através de exames, os indivíduos preferem acreditar nos textos e indicações no Google ao invés de procurarem médicos. Com isso, podem piorar sua situação por tomar remédios sem prescrição médica.
Pode-se dizer que mais de 70% dos jovens e adultos da sociedade se automedicam, ou também alteram os remédios indicados por interpretarem incorretamente o laudo médico. Sendo assim, buscam diversos tratamentos alternativos para utilizarem, como dicas caseiras em que se torna acessível a muitos pelo custo.
Portanto, para resolver esse impasse, o Ministério da Saúde deve aprimorar as palestras para incentivar cada cidadão a buscar médicos. Assim como os farmacêuticos devem informar corretamente e aconselhar cada pessoa quando forem comprar remédios sem receita. Com a finalidade de diminuir esses casos de automedicação que podem ser ruins para diversas pessoas, como também, aumentar a busca de médicos para que as doenças possam ser tratadas corretamente.