Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 03/10/2019
O entretenimento nesta era digital tem realmente mostrado êxito em sua função,tendo em vista que a atenção humana,em pleno século XXI,gira em torno daquilo que é tecnológico e trás comodidade.Todavia,nesse panorama modernizado perpetua-se problemas de cunho comportamental,sobretudo,a respeito do descontrole psicológico quanto ao descuido com a saúde e da dependência exacerbada da internet,como questões que promovem o enraizamento de impasses relacionados à cibercondria e urgem reversão.
Em primeira análise,verifica-se que,com o advento da globalização,o mundo foi inserido na era do imediatismo em favor das precisões do hominídeo.Porém,o que consta hoje,segundo o site gazetaoline,é o mau uso,por exemplo,dos sites de pesquisa por indivíduos que personificam as informações ofertadas e não comparecem fisicamente ao médico para detectar com propriedade um problema de saúde.Dessa forma,a utilização da internet para este fim potencializa certo descontrole psicológico,em que o usuário não se dá conta que está mentalmente doente.
Somado aos aspectos supracitados,é perceptível que essa dependência exacerbada por jogos eletrônicos,aplicativos de relacionamento e internet em geral vai de encontro ao que o filósofo Charles Saint pensou,quando disse que a saúde como fortuna deixa de favorecer os que abusam dela.À guisa desse pensamento,nota-se que as relações sociais,atitudes interpessoais e doenças como depressão afetam pessoas as quais direcionam sua atenção ao vício dessas ofertas,tornando estatística da cibercondria,uma doença que envolve tudo isso num estilo de vida sem perspectivas.
Portanto,medidas são necessárias para resolver esses óbices.À priori,cabe aos familiares exercerem um controle sobre o uso das redes,por meio de imposição de horários,além de orientações que elencam a importância da função de cada coisa,especialmente ao público infanto-juvenil,com o intuito de evitar transtornos psicológicos em virtude da necessidade de fazer parte da era digital.Outrossim,é imperioso que campanhas e palestras de alerta sejam disseminadas pelo Ministério da Saúde,a fim de de atingir o maior contingente demográfico e tornar possível o maior número de conscientes e menos doentes.Ações assim podem fomentar uma sociedade hígida,que busca facilidades,mas com moderação.