Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 01/10/2019
Atualmente, o consumo indiscriminado de medicamentos aumentou drasticamente acarretando riscos a saúde da população. Visto que, não só houve modificações no modo como as pessoas têm lidado com saúde, pela prática desacompanhada da automedicação mas também pela reformulação dos padrões da internet.
Em primeiro aspecto é relevante salientar que, segundo o ICTQ 79% dos brasileiros maiores de 16 anos são reféns da automedicação. Tendo em vista essa prática, os usuários procuram soluções fáceis e de alívio imediato tendo o potencial de trazer consequências graves a longo prazo, comprometendo a eficácia dos tratamentos existentes.
Além disso, com a revolução da internet novos parâmetros foram moldados. Aproximadamente 8 em cada 10 pessoas pesquisam sobre doenças online forjando um diagnóstico superficial baseado no que se lê na internet ignorando o fato do problema ser mais grave, fluindo em um intolerável hábito.
Portanto, problemas relacionados ao indiscriminado uso de medicamentos, deve ser resolvido. Dessa maneira, é necessário que o ministério da sáude junto com a indústria farmacêutica incentivar as pessoas a usar rémedios de forma racional, através da publicidade e propaganda. Também há necessidade de implantar educação digital para reeducar toda uma nação sobre os riscos da ‘‘cibercondria’’. Sendo assim, o Brasil estará formando cidadãos críticos capazes de compreender o melhor para um todo.