Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 07/10/2019
Em meados do século XIX, em época na qual acontecia a Revolução Industrial, a criação da internet revolucionou os pensamentos humanos. Embora tal descoberta tenha trazido vários benefícios ao homem, vem carregando, também, muitos prejuízos. Pode-se destacar que a cibercondria traz consigo a autopreocupação da sociedade em cuidar da sua saúde, porém se feita de forma exacerbada pode gerar doenças graves e, até, transtornos mentais.
Primeiramente, pode-se analisar que a preocupação é maior quando há uma pesquisa e um conhecimento mais amplo sobre alguma doença. Além disso, nota-se que há um cuidado maior quando procura-se por um médico mais habilitado do que quando, apenas, procura-se por doenças na internet com os sintomas que a pessoa sente. Na maioria das vezes, pode ser apenas uma doença simples, como uma virose, mas que pode ser agravada pelo fato de que o indivíduo toma remédios mais fortes e o vírus invasor pode criar uma resistência contra o efeito do medicamento.
Em uma segunda análise, é importante destacar que pode-se criar transtornos mentais com esses pensamentos de que se possui um sério problema de saúde. É notório o crescimento no número de adolescentes brasileiros que se automedicam por meio da internet, e, também percebe-se o aumento no número de jovens que sofrem de depressão por causa dessa atitude, podendo levar à morte.
Dessa forma, é bastante perceptível que medidas devem ser tomadas para amenizar o problema. O Ministério da Saúde com o apoio do Ministério da Educação poderá intervir por meio da intensificação de palestras em ambientes de ensino para a conscientização de jovens e adolescentes dos perigos da cibercondria. Assim, gradativamente terá uma decadência no número de pessoas que sofrem com a automedicação por meio da internet.