Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 07/10/2019
A terceira Revolução Industrial, trouxe um grande avanço tecnológico, nos campos da ciência, robótica e a internet. Atualmente, ter acesso a internet é um direito humano básico, assegurado pela ONU. É notório que essa é uma questão problemática, o fácil acesso a informação o tempo todo gera problemas na sociedade, que pegam informações em sites e feeds de Instagram, que em muitos casos, não existe avaliação profissional.
É comprovado de 79 a cada 100 brasileiros ingerem remédios sem orientação médica. Tal acontecimento sempre foi corriqueiro com medicamentos mais simples, como analgésicos. Mas com o excesso de informação ocasionado pelo advento da tecnologia, intensificou essa prática. Atualmente se compra fortes antibióticos, remédios de tarja vermelha e preta, sem alguma receita médica, o que pode trazer gravíssimos problemas a saúde.
Outra problemática que também é ocasionada pelas redes sociais, ocorrem quado pessoas, chamadas influencers, repassam várias dicas e informações, muitas vezes, de forma errônea e sem avaliação profissional. podendo gerar sérios riscos a quem as segue. por exemplo: divulgação de uma rotina de exercícios na internet, podendo causar lesões em quem a seguir sem um acompanhamento profissional.
portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. As plataformas e sites, devem ter um critério avaliativo mais rígido em relação as publicações feitas pelos seus usuários. Podendo impedir o publicamento da postagem, assim como já fazem quando a mesma fere as regras de uso do site. Além disso, criar mais uma classificação na aba de denúncias, referente a esses postagens, para que os usuários também sejam agentes impedindo que mais pessoas retirem informações erradas destes. Assim conseguiremos transformar a internet em um meio ais saudável, e seguro. E tirar das pessoas a cultura da automedicação, buscando ajuda profissional quando necessário, e não do Google.