Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 02/10/2019

Mundo virtual, doença real!

Desde o avanço da tecnologia através da Terceira Revolução Industrial, é nítido não só pontos positivos como a praticidade para a resolução de problemas por meio da internet, mas também pontos negativos como a automedicação através dela, ou seja, a cibercondria.Esse problema está aumentando gradativamente e necessitando de mudanças.

Primeiramente, de acordo com o ICTQ(instituto de pós-graduação para profissionais do mercado farmacêutico) 79% dos brasileiros com mais de 16 anos, já ingerem medicamentos sem prescrição médica e a internet vem sendo um comodismo para isso.Com o turbulento cotiano dos brasileiros, a praticidade é procurada, fazendo com que as pessoas apelem para automedicação.Consultas médicas tomam tempo, portanto, o paciente recorre ao rápido e prático, à pequisa dos sintomas por meio da internet.

Segundamente, muitos sintomas de doenças são iguais e isso gera muitos problemas de exemplos a ingestão de remédios, abalo do psicológico do indivíduo, pois pode-se concluir uma grave doença ou até mesmo a deixar de lado.Contudo, ocasionando na cibercondria.

Em síntese, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação.O Ministério da Saúde deveria atua com palestras em escolas, hospitais e outros órgãos públicos e proibir a venda de remédios sem prescrições médicas.Contando também, com o Ministério da Educação, trabalhando em sala de aula as gravidades da automedicação, pois segundo Kant " O homem não é nada além do que a educação faz dele"