Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 01/10/2019

É notório que a Cibercondria, doença da era digital, está ligada a diversos fatores. Em tempos históricos, a manipulação dos medicamentos e a autopsia dos pacientes eram feitas por farmacêuticos, pois eram os únicos que tinham um certo conhecimento sobre os produtos que vendiam e poderiam ajudar aqueles que chegavam pedindo ajuda. Na contemporaneidade, isto muda, logo que agora o paciente só pode comprar seu remédio com autorização do médico,para que assim evite a automedicação.

Entretanto, o uso da Internet como clínico torna difícil o controle do uso descontrolado de medicações. Pesquisas feitas pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística, revela que 30% da população prefere colocar seus sintomas no Google do que ir ao um posto de saúde ou hospital, por acharem mais eficaz. Como resultado o uso descontrolado droga pode levar a serias consequenciais como reações alérgicas e dependência.

Parafraseando Aumari Valim, em que o pensador diz que o medicamento não é um remédio para o mal, ele está correto em afirmar isso, logo que com o uso correto e monitorizado não trará problema algum para a saúde. Porém,usando da forma errada possibilitará o pioramento da doença e levará o individuo a morte.

Em suma,cabe aos ministérios e os governadores em conjunto com empresas privadas e públicas, reforçarem os aviso aos cidadãos brasileiros nas consequências que podem ter ao usar de forma errada e exagerada os remédios, através de propagandas, panfletos e entrevistas com pessoas especializadas no assunto. Assim, em curto,médio e longo prazo,uma sociedade mais benéfica a saúde será composta de acordo com a Constituição.