Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 27/09/2019
No ano de 1946, surgiu nos EUA o primeiro computador do mundo, que com o desenvolvimento da internet se tornou uma ferramenta indispensável na vida do homem contemporâneo. No entanto, graças à facilidade de acesso à informações, o mundo cibernético trouxe também transtornos ao bem estar social, como a “Cibercondria”, caracterizada por um estado psíquico em que o indivíduo tem a crença infundada de que padece de uma doença e busca na internet formas de lidar com essa, estando apto à prejudicar sua qualidade de vida e realizar tratamentos danosos à saúde.
Em primeira análise, é importante destacar o caráter prejudicial da “Cibercondria” ou “Hipocondria da Era Digital” em relação a qualidade de vida do indivíduo portador, que todavia leva o mesmo a viver sob constante estado de estresse e preocupação, por faze-lo sempre imaginar hipóteses de enfermidades graves quando algum tipo de sintoma se manifesta em seu organismo.
A posteriori, cabe ressaltar, o risco corrido, quando uma pessoa sem formação para tanto, tenta identificar e tratar diagnósticos sem orientação médica, com base em informações contidas na internet. Haja vista que existem diversos quadros com sintomas semelhantes, que se tratados de formas equivocadas, podem gerar agravamentos nos diagnósticos ou até mesmo o surgimento de outros transtornos prejudiciais à saúde.
Nota-se portanto, a necessidade de que algo seja feito em prol de conter os danos causados pela “Doença da Era Digital”. É preciso que o governo por meio do ministério da saúde, invista em campanhas midiáticas de conscientização, com exemplos trágicos de casos reais, em redes sociais e canais de televisão aberta, alertando a população em relação aos ricos de se autodiagnosticar com base em informações contidas na internet, para que desse modo o advento da internet, tão benéfico em diversos aspectos não atue de forma drástica na vida das pessoas.