Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 03/10/2019

De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humano, promulgada em 1948 pela ONU ( Organização das Nações Unidas), é direito de todos os cidadão sem qualquer distinção ao acesso a saúde básica. Contudo o cenário visto pelo Cibercondria, a doença da era digital impedi que isso aconteça na prática, devido, não só as pessoas que se auto diagnostica por conta própria, como também a transtorno de ansiedade. Nesse sentido evidencia-se a necessidades de serem tomadas atitudes pelas autoridades competentes para reverter essa problemática.

Em uma primeira análise, vê-se que histórico de doenças séria na família  está entre uma das causas para a permanência do problema. Nessa perspectiva , a Constituição do Brasil de 1988 de que “A saúde do ser humano é determinada pelo seu comportamento, sua alimentação e condições do ambiente” cabe perfeitamente. Desse modo, tem-se como consequência a generalização da saúde decorrente e a prevalência do sentido de insegurança no que tange Cibercondria, a doença da era digital.

Além disso a Cibercondria, a doença da era digital encontra terra fértil na falta de empatia do individuo com asiedade. Nesse âmbito, a Internet, aliada aos interesses do capital, também propõe aos usuários da rede produtos que eles acreditam ser personalizados. Partindo desse pressuposto, esse cenário corrobora o termo “ilusão da contemporaneidade” defendido pelo filósofo Sartre, já que os cidadãos acreditam estar escolhendo um medicamento diferenciado mas, na verdade, trata-se de uma manipulação que visa ampliar o consumo.

Portanto, o Ministério da Saúde deveria investir na formação de profissionais capazes de diagnosticar os sintomas, criando medicamentos confiáveis principalmente os antidepressivos e discutindo novas disciplinas  curriculares que incluam mais os individuo com Cibercondria  no mercado de trabalho. Dessa forma será possível garantir um país, que de fato integre promova a plena constituição de conhecimentos. Só então    seremos uma sociedade que promove igualdade de direito.