Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 29/09/2019

Educar para mudar

Hipocondria, autodiagnóstico de que seus sintomas são na verdade uma doença grave. Distúrbio que acomete cerca de 32% da população segundo o portal de notícias G1.

Outrossim, essa problemática tem se agravado devido à acessibilidade da população a internet, logo, surge o termo cibercondria que ganha força e espaço no mundo contemporâneo, esse comportamento afeta não apenas as pessoas acometidas como também todos a sua volta, pois o uso indevido de medicamentos antibióticos podem causar o surgimento de superbactérias e prejudicar toda a população de um lugar.

Deste modo, faz-se necessário. auto policiar e redobrar a atenção com os indivíduos hipocondríacos pois a internet fomenta informação, que não necessariamente é verídica, e dúvida, pois muitas doenças banais como as viroses podem ter sintomas parecidos com os de doenças graves. Gerando assim, ansiedade, automedicação, abandono do tratamento prescrito por profissional da saúde, ou ainda, efeitos tóxicos de terapias equivocadas.

Diante dessa problemática faz-se necessário agir imediatamente, para tal, é preciso que os Ministérios da Saúde e Educação trabalhem em conjunto para educar a população brasileira para a mudança de comportamento, subsidiando conhecimento sobre os danos individuais e coletivos da cibercondria, tirando o estigma do termo e consolidando conhecimento sobre autocuidado e valorização da informação profissional. Através de propagandas na TV, em mídias sociais, YouTube e sites de busca e, através de apostilas e palestras em escolas, UBSs, organizações comunitárias e igrejas, pois assim pode-se reduzir tanto o número cibercondríacos como também não formar novos e, desta forma propiciar pela educação maior qualidade de vida.