Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 16/03/2020

Por consequência da Revolução Científica, o acesso à tecnologia favorece o contato com uma farta veiculação de informações, onde ela pode trazer tanto coisas benéficas e também problemas ocasionados por essas inovações. Nesse sentido, o controle de comportamento da sociedade, sendo imperiosa a ampliação de medidas a fim de minimizar os impactos ocasionados por esse cenário: Cibercondria.

Em primeira análise, nota se a população com o fácil acesso sobre  informações de sintomas, remédios, dicas caseiras, logo a internet pode ser uma ferramenta extremamente útil, mas o acesso muito detalhada sobre doenças, algumas delas com gravidade, mas também raras, podem agravar o estado das pessoas com alguma propensão para a ansiedade sobre saúde e dar lugar a outras doenças inexistentes.

Ademais, Isto pode incluir uma dor de cabeça, uma pequena erupção na pele ou uma dor muscular. Sintomas como estes podem dever-se a várias razões, porém, se forem associados a doenças graves, é provável que a preocupação relativamente a estes aumente. Esta preocupação pode aumentar o stress, levando a mais dores de cabeça e dores musculares, o que por sua vez aumenta a preocupação e cause a ansiedade.

Portanto, medidas devem ser efetivadas a fim de minimizar os impactos causados por essa doença. Desse modo, as escolas devem promover a educação em informática, por meio de aulas sobre o uso consciente da tecnologia e da informação – as quais utilizem computadores e celulares – com vistas a induzir o pensamento crítico desde a infância. Além disso, cabe à sociedade efetivar o uso consciente da internet, por intermédio do policiamento acerca da obtenção de informações, as quais devem ser originadas de fontes confiáveis – com o intuito de assegurar uma mudança de pensamento social. Dessa forma, garantir-se-a o combate à Cibercondria.