Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 24/06/2020
No Brasil, é cada vez maior o número de pessoas que apresentam cibercondria. Termo esse que se refere pessoas que usam a internet e suas tecnologias de maneira equivocada, procurando na mesma procedimentos e remédios para determinados fins, entre outras coisas relacionadas a saúde. Algo que antes só era possível em um consultório médico. Esse número se justifica uma vez que vem crescendo cada vez mais a quantidade de coisas que passaram a ser mais práticas de serem feitas por meio virtual, e com o auxílio de tecnologia,assim sendo mais comodo ao paciente. Tendo como contraponto a quantidade de pessoas que muitas vezes acabam tirando conclusões precipitadas ou até mesmo tomando medicamentos sem prescrição medica, colocando a sua própria saúde em risco.
Mediante isso, é notório que a problemática da cibercondria, essa doença da era digital é algo que com o passar do tempo, acomete mais pessoas. E assim sendo cada vez mais alvo de debates, já que com o avanço das tecnologias e o número cada vez maior de usuários, o público que utiliza essas novidades disponíveis, a utiliza para os mais diversos fins, de acordo com suas necessidades. Por conta dessa facilidade e praticidade, esse comportamento danoso à população muitas vezes acaba tendo um grande número de adeptos. Visto que muitas vezes o discernimento entre o que lhe pode trazer benefícios e malefícios, pode ser deixado de lado por algumas pessoas.
Em contraponto em momentos onde o individuo não pode sair de casa, seja por um problema físico ou algo como uma pandemia, onde a população muitas vezes precisa fiar de quarentena. Os meios digitais são uma forma de aproximar o médico dos pacientes de maneira pratica e segura. Tendo em vista que o profissional capacitado poderá ter uma visão superficial do paciente e muitas vezes, caso o paciente apresente algo ele conseguirá encaminha-ló para o tratamento mais adequado. Desse modo agindo para manter o paciente saudável e muitas vezes longe de locais como clinicas e hospitais. Onde a proliferação de bactérias e vírus é grande.
Portanto é dever do Estado, através de campanhas em rádios e televisão, conscientizar a população a respeito da cibercondria, e seus danos e consequências. Assim alertando a população e deixando a mesma, ciente dos perigos de atos como a automedicação. Também é dever do estado fiscalizar farmácias, para que as mesmas só vendam medicamentos com receita médica, atestando que o paciente precisa de tal medicamento. Assim, tendo como reflexo o uso cada vez menor de fármacos, que muitas vezes não trazem bem ao paciente.