Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 21/03/2020

Cibercondria, a doença da era digital

Desde o início dos tempos as pessoas com e sem problemas se preocupam com a saúde, e com a possibilidade de desenvolverem doenças.

É indiscutível que a internet revolucionou os modelos de comunicação e que se tem informações de diversos conteúdos. As pessoas com a doença da era digital, a cibercondria, vivem em busca de informações sobre doenças que acreditam ter ou que foram diagnosticadas por um profissional de saúde. Existem muitos serviços de entrega on line, e um deles, é a entrega de exames, portanto, muitos usuários pegam os resultados de um laudo de imagem, ou de laboratório, e vão procurar no Google entender o resultado. Ao se basearem no que lê na internet, as pessoas podem ser induzidas ao erro. Essas pessoas geralmente são ansiosas, e por isso pode gerar transtornos emocionais, fazendo com que se automediquem. Numa pesquisa feita pelo ICTQ (Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade), que é uma instituiação de pós-graduação para profissionais do mercado farmacêutico, cerca de 79% dos brasileiros com mais de 16 anos se automedicam. O índice de quem admite tomar remédio sem prescrição médica chega a 91% na faixa etária de 25 a 34 anos. Seguir tratamento alternativo em vez de ir ao médico é um risco muito grande para a saúde de qualquer indivíduo.

Sabe-se que existe um tratamento alternativo de terapia cognitiva comportamental, onde essas pessoas podem procurar a cura. Um profissional capacitado, por exemplo um médico ou terapeuta, será capaz de avaliar o comportamento do indivíduo e ajudá-lo no seu tratamento.