Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 22/03/2020
Segundo o filosófo Zygmunt Bauman, “Na era da informação, a invisibilidade é equivalente à morte”. Todavia, a Cibercondria: a doença da era digital se mostra como um grande problema. Apesar desta doença ter surgido a pouco tempo. Dessa maneira, a automedicação dos indivíduos e a falta de procura de ajuda de um profissional da área da saúde são os principais responsáveis pelo quadro.
Em primeiro lugar, a automedicação dos indivíduos se apresenta de forma cada vez mais cresce te. De acordo com o G1 (Portal de Notícias Brasileiro), quase metade dos brasileiros se automedica pelo menos uma vez por mês e 25% o faz todo dia ou pelo menos uma vez por semana. Devido a isso ,os perigos apresentados por essa automedicação são variados, como o uso inadequado de antitérmicos que podem mascarar algo mais grave, como uma infecção e anti-inflamatórios podem sobrecarregar os rins.
Outrossim, a falta de procura de ajuda de um profissional da área da saúde, com a facilidade de acesso a dezenas de informações pela internet sobre algum sintoma doença que o cidadão esteja sentindo, se tornou um grave problema. A Internet possibilita um rápido diagnóstico para o individuo em minutos, entretanto não e sabido se este diagnostico e sobre a doença que realmente possui ou não. Dessa forma, a busca pela ajuda de um profissional é imprescindível para apresentação de um diagnóstico correto e uma possível medicação para sanar o problema e evitar o agramento do problema devido medicação inadequada.
Diante disso, medidas precisam ser tomadas para amenizar a questão sobre a Cibercondria: a doença da era digital. Para tanto, e necessário que o governo em parceria com o Ministério da Saúde, aumentem a fiscalização em relação a venda de medicamentos, por meio venda somente com a receita a assinatura do profissional, além de câmeras nas farmácias para monitorar as ações dos vendedores. Desse modo, esperasse que de forma gradual problemas relacionados a uso indevido de medicados será resolvido.