Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 02/04/2020

No filme ‘‘Supercondríaco’’ o personagem Romain, um fotógrafo que sofre com a hipocondria, consegue deixar todos ao seu redor louco por conta de seus autodiagnóstico de todos os dias, até que de tanto estar incomodado, Dr. Dimitri, um amigo de Romain resolve ajudar. Quando o diretor propõe ao público o entendimento de uma doença um tanto quanto perturbadora pra quem á possui, tanto pra quem convive com esta pessoa, e decorrente a isso de que não uma simples doença, algumas pessoas percebem que o uso da internet pode prejudicar de muitas maneiras suas vidas.

Sobretudo, mesmo que a cibercondria seja um neologismo com a doença e a internet, não é algo há ser tratado como brincadeira e sim para ser abordado com mais frequência, já que falar sobre o assunto é trabalhar com o sistema nervoso de alguém. Segundo pesquisa realizada pelo ICTQ ( Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade) no ramo farmacêutico, 79% dos brasileiros acima de 16 anos se automedicam sem consultar um profissional, algo muito preocupante já que os remédios dependo do uso nem sempre ajuda.

Em segundo plano, vale ressaltar que não só a hipocondria faz com que as pessoas busquem soluções ‘‘rápidas’’ na internet, muitos outros problemas também geram esse ‘‘descontrole’’ como por exemplo a ansiedade e a dependência eletrônica. Nota-se então que as pessoas em muitos momentos se deixam levar por uma resposta imediata de sites não tão confiáveis quanto um profissional qualificado, e estas estão ficando a cada dia mais compulsivas.

A partir de todo o apresentado, conclui-se que o ato de ser muito compulsivo com as coisas, não é apenas uma mania de tomar remédio descontroladamente e também um transtorno mental que causa muitas consequências, então cabe ao Estado junto ao Ministério da Saúde, não só liberarem profissionais designados ao tratamento da doença, mas também divulgar mais informações sobre.