Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 21/03/2020
Cibercondria! a nova doença da era digital. A internet possui muitos benefícios, porém também possui malefícios, e um desses é a doença sitada acima. Muitas pessoas estão deixando de ir ao médico ou de acreditar no diagnóstico médico, por causa das informações de saúde que eles obtém, graças aos avanços tecnológicos, o que faz com que essas pessoas se diagnostiquem pela internet e façam o seu tratamento por conta própria, o que é chamado de cibercondria, entretanto isso é prejudicial para a saúde física e mental do indivíduo.
A atitude da população sitada acima causa prejuízos às pessoas que a seguem, porque as informações que são postadas na rede nem sempre são verdadeiras, e os indivíduos acabam acreditando que têm uma doença que na verdade eles não têm, isso pode trazer alarme para essas pessoas, pois lá pode está dizendo que eles têm uma enfermidade grave sendo que não, isso trará desespero, preocupação e um medo desnecessário, podendo até causar problemas psicológicos, como: transtorno de ansiedade, depressão, e alguns desses pacientes nem acreditam no laudo médico; pode acontecer o inverso também, o paciente estar com uma doença grave, mas as informações colhidas na rede social dizer que ele está com algo que não é grave, atrapalhando esse enfermo de se tratar e podendo levá-lo a morte.
Outro problema causado por esse fenômeno é a automedicação. Muitos dos quê possuem essa doença fazem o uso de remédios por conta própria, mas temos que levar em alta consideração que essas pessoas ainda não sabem, por uma via confiável, que é a do médico, se estão mesmo com aquilo que estava escrito na web, e se não estiverem de fato, a medicação que estão tomando só vai prejudicar esses indivíduos, e mesmo que estejam com a doença que eles pensam que estão, é preciso que tomem a quantidade ideal e no horário certo que o profissional de saúde mandar. Fazer a automedicação errada pode causar novas doenças, levar o paciente a morte, agravar a doença que ele já tem, entre outras coisas. Infelizmente, apenas 23% dos brasileiros não fazem a automedicação, segundo o Conselho Federal de Farmácia.
Diante do exposto, fica evidente o prejuízo que a cibercondria causa na vida das pessoas e o quanto a internet acaba sendo prejudicial nesse quesito. Posto isso, o Ministério de Saúde deve, por meio de um amplo debate entre Estado, Sociedade Civil, Instituto de Tecnologia e profissionais da área, proibir esse tipo de informação na internet, a fim de fazer a população ir ao médico se consultar.
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