Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 30/06/2020
A enfermidade no mundo tecnológico
No início do século XX, na cidade Rio de Janeiro, foi presenciado um momento de caos, o qual foi conhecido como Revolta da Vacina, nesse período a disseminação de doenças agravou-se, a levar a obrigatoriedade da vacinação. Ademais, com o avanço tecnológico a preocupação com a saúde aumentou trazendo algumas consequências como a Cybercondria. Sendo assim, um histórico de doenças graves na família e os desencadeamento da ansiedade, são exemplos dessa problemática da era digital, a qual será descrita ao decorrer do texto.
Precipuamente, após a Revolução Técnico-científica o aprimoramento da tecnologia evoluiu intensamente, sendo presente na vida de todos cada vez mais. Ainda, é notório que o aumento de doenças tem aumentado de modo gradual, aterrorizando e preocupando a todos, sobretudo em casos de doenças graves na própria família. Além disso, no Brasil cerca de 76% dos brasileiros tem o hábito de se automedicar e não procurar profissionais das áreas da saúde, correndo riscos em seus tratamentos ou levando a óbito. Contudo, é observado também que em casos de enfermidade muitas pessoas acham que ir ao especialista não é necessário, indo buscar entendimento pela internet e tendo respostas deturpadas, responsáveis pela automedicação o que se torna um assunto preocupante.
Outrossim, segundo o site “UOL.com”, em 2013 essa doença foi substituída por dois outros conceitos, chamados de transtornos de ansiedade e transtornos de sintomas somáticos. Entretanto, com o medo e a curiosidade em saber sobre as doenças, muitas pessoas passaram a pesquisar mais os sintomas e se consultando através da internet, e gerando sintomas inexistentes por conta da ansiedade. Porém, com informações passadas nas redes, alguns cidadãos que se consultam acabam duvidando dos diagnósticos feitos por médicos ou outros responsáveis pela saúde. Sendo assim, a cybercondria tem aumentado os casos de ansiedades e também é responsável pela alienação de pessoas que tendem a achar que a automedicação são mais confiáveis.
Dessa maneira, a cybercondria considerado mal do século XXI, tem se tornado um assunto muito constante na vida dos brasileiros. Logo, é de importância do Ministério da saúde o dever de fazer propagandas e campanhas públicas feitos por profissionais da saúde para conscientizar os alcançados pela tal doença da era digital. Portanto, cabe ao Ministério da Justiça a fiscalização e punição das fake news geradas nas mídias como meio de propagar o medo de muitos.