Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 26/03/2020

A internet é eficiente quando se trata de praticidade, vários benefícios foram adquiridos desde sua criação, esse texto é um exemplo claro, sem a internet essa atividade seria dificultada, necessitando de vários livros e folhas de papel para que fosse realizada, porém apresenta suas desvantagens e lados negativos, a cibercondria é uma delas, dificultando o quadro clínico do paciente.

Uma pesquisa feita pelo ICTQ (instituto de pós-graduação para profissionais do mercado farmacêutico) revela que 79% dos brasileiros com mais de 16 anos se automedica, é um número preocupante já que em alguns casos, a automedicação agrava a doença e evita a ida da pessoa ao médico.

No Brasil, 70% não tem plano de saúde particular, o que contribui diretamente a cibercondria, já que a busca por informações relacionadas a sintomas cresce muito na internet. Para quem sofre de ansiedade, o resultado precipitado do diagnóstico pode causar dor de cabeça, dor muscular e preocupação excessiva.

Existe “tratamento” para a cibercondria, e é feito no psicólogo ou até mesmo no próprio consultório do médico que o paciente procura para confirmar sua teoria obtida no Google ou em qualquer outro navegador disponível, planos de saúde mais baratos e viáveis para as classes sociais mais baixas diminuiriam o número de pessoas que tratam de suas doenças sem prescrição médica, além de campanhas e avisos feitos obrigatoriamente em todos os sites relacionados a saúde, com isso, a doença da era digital seria eliminada do cotidiano de muitos brasileiros.