Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 24/06/2020
Apesar dos benefícios e enorme quantidade de informações que a internet nos proporciona, algumas vezes o uso desses dados obtidos podem levar a algumas complicações. Por exemplo, existe a cibercondria que é como estão chamando as pessoas que passam acreditar em diagnósticos vistos na rede. Esse comportamento vem da falta de educação digital e pode levar problemáticas como o estímulo da automedicação.
A internet se torna cada vez mais parte o cotidiano da população, porém ainda é algo muito novo e que está cheia de perigos. Ao considerar que estamos vivendo na época das notícias falsas, é fácil relacionar com o fato de que muitos podem estar usando as informações compartilhadas de forma errônea e que podem ser extremamente perigosas como os auto diagnósticos que acabam sendo feitos. Consequentemente, muitos desses diagnósticos estão errados, pois muitos fatores não foram analisados e podem não ser verdadeiros, com isso trazer prejuízos na área da saúde.
Ademais, o fácil acesso às informações pode incentivar a automedicação. Ao se deparar com a compatibilidade de sintomas e considerar que tem a doença que viu na rede, muitos já buscam qual o tratamento e vão em busca das medicações. Com isso, fica explicito, também, a falta de fiscalização que certos medicamentos possuem, pois a população tem fácil acesso à eles se que sejam receitados por algum profissional de saúde capacitado para identificar qual remédio seria o correto para tais manifestações.
Portanto, para que ocorra uma baixa nos relatos de cibercondria, o Ministério da Saúde deve reformular quais medicamentos podem ser comercializados sem prescrição médica e fiscalizar. Além disso o governo deve disponibilizar cursos de educação digital para alertar a população dos perigos do que é a cibercondria por meio de aulas rápidas na mídia televisiva para atingir um maior público. Assim, os cidadãos ficarão conscientes dos riscos que correm na internet.