Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 21/04/2020

Com a globalização,torna-se frequente o uso da internet para pesquisas rápidas como a busca por uma receita de bolo,instruções sobre como montar um equipamento e inclusive o autodiagnóstico por internautas.Tal situação é preocupante quando relacionada a saúde,pois pode gerar a Cibercondria que tem efeitos como o uso indiscriminado de medicamentos e problemas relacionados a saúde mental.

O fácil acesso à pesquisas no Google sobre remédios em junção com a facilidade de compra corroboram para a automedicação.Segundo, o Instituto de Pós-graduação Para Profissionais do Mercado Farmacêutico(ICTQ) aproximadamente 4/5 dos brasileiros maiores de 16 anos se automedicam,ou seja,as rápidas buscas contribuem para tal questão.Ademais,vale lembrar que ainda existe a influência de digitais influenciers que fazem propagandas de inúmeras pílulas  e incentivam seus seguidores a tomarem remédios que talvez nem precisem.

Além da questão dos remédios a Cibercondria pode gerar problemas na saúde da mente.Quando uma pessoa realiza uma busca,essa pode acreditar ter uma doença que não possui podendo desencadear ansiedade,crise do pânico e também depressão.Segundo, a Organização das Nações Unidas(ONU) o uso exagerado da internet pode ter relação direta no aumento dos casos de doenças emocionais.Logo,deve-se ter cuidado quanto ao uso excessivo.

Em suma,a Cibercondria é uma doença que deve ser combatida.Então,o Ministério da Saúde deve realizar campanhas nas redes sociais a respeito do uso indiscriminado de remédios e da importância de se consultar com um profissional da saúde quando necessário.Ademais,seriam realizadas lives com psicólogos,médicos e farmacêuticos  abordando sobre essa questão.Nesse viés, ocorreria uma maior informação sobre tal temática diminuindo essa doença.