Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 01/05/2020
Século XXI, o mundo das possibilidades e das tecnologias cada vez mais avançadas, a famosa era digital. Mesmo que, tenha-se o ideal de progresso contínuo e de uma vida melhorada em diversos aspectos, todavia, o universo digital não é tão mágico como se apresenta. Visto que, o surgimento de problemas de saúde relacionados à má interpretação das redações digitais, começaram, a algum tempo atrás, a surgir na vida cotidiana. Ademais, ainda associa-se a tal problema o surgimento de patologias psico-emocionais relacionados à ansiedade. Então, mundo digital, apesar de suas vantagens, pode trazer para a sociedade um grande ônus.
É notório que, no mundo de oportunidade únicas do cenário atual, as informações fluem rapidamente e com uma grande resolução. No entanto, alguns aspectos acabam fugindo do controle e se tornando um problema de grande proporção. Por exemplo, a Cibercondria, de acordo com o site umCOMO, é uma doença que caracteriza-se por pessoas que de forma compulsiva consultam através da internet os sintomas de diferentes afecções e patologias, e costumam, também, recorrer à automedicação. Sendo assim, práticas como estas contribuem de forma bastante negativa para a sociedade, podendo acarretar em problemas de saúde secundários dos mais variados gêneros.
“O corpo humano é uma máquina perfeita, porém, o homem não encontrou peças para reposição, daí a morte” , frase do pensador Antônio Carlos de Lima. Em análise, essa frase pode ser entendida de diversas formas. No entanto, a mente é uma das peças dessa máquina que ainda não encontrou-se reposição, mas que pode ser trabalhada e tratada da forma correta. Bem como, ao imaginar-se uma patologia, pesquisar os sintomas e identificar-se com eles, sinônimo de cibercondria, a mente desenvolverá um quadro de ansiedade que pode, de diversas maneiras, afetar a conduta saudável do indivíduo.
Tendo em vista os problemas relacionados à má interpretação das informações da internet, e a incidência da hipocondria moderna, cibercondria, é preciso elaborar ações para sanar esse problema. Sendo assim, o Ministério da Saúde deve apoiar os profissionais como, por exemplo, médicos, psicólogos, a atuarem em propagandas de televisão, anúncios publicitários de forma que essas informações cheguem a mais pessoas e possam vir a atingir aqueles indivíduos que necessitam de tais ajudas. Além disso, é de suma importâncias que nessas propagandas sejam relevadas a importância de não recorrer à automedicação, prática que pode gerar problemas secundários. Por fim, essas medidas são cruciais na orientação das pessoas para evitar que elas sejam acometidas pelas doenças da era digital e possam desenvolver em conjunto problemas psico-emocionais.