Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 07/05/2020

Automedicação. Encobrimento de sintomas graves. Resistência de bactérias. Ansiedade sobre a saúde. Manifestação psicopatológica. Essas são situações que permeiam a Cibercondria. Apesar de o acesso à internet ter a comprovação de ser um meio de aprendizagem, ainda existem diversos obstáculos a serem superados .

Na contemporaneidade, é possível constatar duas questões no que se refere a doença digital. A primeira delas tem relação com as fake news, que concentra-se nas fontes não confiáveis na internet ocasionando o aproximamento em relação as mentiras publicadas em redes sem informações corretas. Já a segunda, é relativa a supervalorização de sintomas e menosprezar sinas. Uma vez que, doenças causadas por vírus ou bactérias podem ter semelhança nos sintomas e gerar sinais mais profundos e específicos depois. Nesse sentido, essa situação precisa sofrer alterações.

A posteriori que, a automedicação gera diversos empecilhos para a saúde mas também, para um diagnóstico médico. Pois, tomar medicamento sem aconselhamento médico pode vir a acarretar em um aumento da resistência de bactérias, intoxicação e encobrimento de sintomas de doenças mais ponderosas o que leva a uma objeção maior. Nessa circunstância, esse quadro precisa ser revisto pois, a saúde e o bem estar é de extrema necessidade ao cidadão.

Considerando os aspectos mencionados, evidente a necessidade de medidas para sanar a doença criada pelo psicológico, por meio da rede.Urge que o acesso a sites sobre cuidados de saúde sejam assegurados na prática, cabe ao poder público essa função, por intermédio da expansão de fontes federativas de saúde, com o auxílio de instituições de ensino para orientar sobre a procura de informações confiáveis. Essas indicações, caso feitas em conjunto, tendenciam a atenuar os problemas da cibercondria.