Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 08/05/2020

Fontes não confiáveis. Automedicação. Prejudicar a saúde. Falta de preparo do corpo do doente. Essas são situações que permitem a presença de cibercondria. A falta de preocupação com a saúde gera várias consequências negativas, tanto no corpo, quanto emocional. Logo, isso precisa ser mudado.

Cabe destacar a repercussão de noticias falsas. O acesso a centenas de informações pode conter informações que não são agradáveis ao leitor. Um estudo feito na Universidade de Baylor, nos EUA, o trabalho descreve os gatilhos que levam uma pessoa a desenvolver cibercondria, as pessoas mais prejudicadas são as que sofre de ansiedade.

Entretanto, a automedicação é praticada por um número grande em nossa população, o acesso fácil de medicamentos sem o uso de receitas médicas esta cada vez maiores no Brasil. Logo, as pessoas criam dependência desses medicamentos e causando um intoxicação.

Portanto, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo, o Ministério da Saúde, por meio de busca de investimentos, deve promover uma pesquise nos sites que contem informações erradas, informar a população a importância de consultar um médico especialista para passar os medicamentos corretos e a importância do uso das receitas para a compra de remédios. Nesse sentido, o fito de tal ação é se informar de maneira correta. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado, pois, conforme Gabriel O Pensador, “Na mudança do presente a gente molda o futuro.”