Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 30/05/2020
A busca por praticidade tem se apresentado com grande destaque na sociedade atual, em que estar sem tempo é corriqueiro. Desse modo, observa-se que o uso da tecnologia para fins médicos se torna ainda mais frequente. Visto que, até mesmo, doenças cibernéticas estão sendo motivos de discussões a respeito de saúde.
A cibercondria, por exemplo, deriva-se da hipocondria, popularmente chamada de “mania de doença”, onde o indivíduo chega a conclusão que está com doente. Nessa perspectiva, o mesmo leva a automedicar-se, sem acompanhamento médico. Por conseguinte, com os avanços tecnológicos, os meios de obter informações ficou mais rápido e fácil. Tal cenário, influenciou o surgimento da hipocondria cibernética ou cibercondria. Essa síndrome é diagnosticada pelo ato de pesquisar sintomas, doenças ou incômodos afim de se auto-consultar.
Contudo, a prática do auto-tratamento virtual,sem supervisão de um profissional da área, se torna perigoso, visto que o diagnóstico incerto é eminente. Segundo o portal R7 cerca de 26% dos brasileiros recorrem primeiramente a plataforma de pesquisa ao se depararem com um problema de saúde podendo, por exemplo, agravar o quadro dos sintomas pesquisados.
Em detrimento dos fatores apresentados, concluí-se que, é fundamental que o governo em parceria com Ministério da Saúde, promova em locais públicos, canais de TV e na mídia em geral debates com a ajuda de psicólogos, médicos e especialistas sobre a cibercondria, como forma de alertar sobre a síndrome afim de destacar tópicos como consultas e avaliações físicas virtuais,em prol de construir uma sociedade saudável e que busca o bem-estar físico e mental de forma inteligente.