Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 31/05/2020
No contexto atual, há tempos, observa-se a forma com que algumas pessoas lidam com sintomas que aparecem em seu corpo, como: tossir muito e pensar que é uma tuberculose. O ser humano que liga qualquer sintoma que sente a alguma doença, é hipocondríaco. Porém, na atual era digital, criou-se outro termo para justificar as pessoas que possuem uma neurose de doenças e ao invés de irem ao médico, pesquisam na internet o que poderia ser, a Cibercondria. Com frequência é publicado situações em que as pessoas acreditam estarem doentes pelo fato dos seus sintomas estarem relacionados ao que uma pesquisa na internet disse e mesmo indo no médico, continuam há acreditar no que foi lido. Outro fator existente, é a automedicação. Se autoavaliando e utilizando a internet, analisam o que estão sentindo, acreditam no que acham certo e usufruem de remédios por conta própria sem se consultar com o médico.
Em primeira análise, segundo pesquisa realizada pela Universidade de Ciência e engenharia QUT, da Austrália: “Ás buscam no Google, estavam fornecendo informações irrelevantes que poderiam levar a auto-diagnósticos incorretos, o auto-tratamento e em uma instância, danos ao paciente.” Diante disso, percebe-se o quanto é perigoso usufruir de forma extrema da internet, pois nem sempre pode-se confiar no que foi publicado nela. Assim como médicos podem publicar no Google, pessoas irresponsáveis e sem conhecimento algum, também podem. Logo, se torna claro que acessar a internet não é a mesma coisa do que ser analisado por um profissional, o médico.
Outra preocupação constante é a auto-medicação realizada por pessoas que possuem a doença Cibercondria. A neurose excessiva por doenças faz com que além de se auto-avaliarem, se auto-mediquem também, correndo um risco enorme de tomarem remédios que não seriam necessário naquela circunstância. Frente a isso, pode-se entender o quão perigoso se tornou o uso da internet para pesquisas em que envolve a saúde.
Pela observação dos fatos mencionados, conclui-se que o uso da internet por hipocondríacos é extremamente perigoso, principalmente em uma sociedade onde está no auge da era digital. Cabe ao ministério da saúde, exibir o risco de se auto-avaliarem e se auto-medicarem, buscando fiscalizar a venda de medicamentos sem receita e avisarem por meio de propagandas e exposição de pesquisas que nem tudo que se lê na internet é verdade. A fim de que os Cibercondríacos se conscientizem e tenham quem ajudar e explicar os riscos que correm por não irem ao médico para que ele avalie sintomas de forma correta. A partir dessas medidas, a venda e as informações passadas poderão ser controladas.