Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 04/06/2020
A doença da era digital
A cibercondria é derivado da hipocondria, já que ambos tratam da sensibilidade do sistema nervoso levando-o o indivíduo à compulsão em pesquisar por sintomas de doenças, ocasionado então, ingestão de medicamentos sem prescrição médica. Como resultado, fica claro que esse problema atual se tornou uma preocupação porque dificulta a realização do bem-estar social. Portanto, é necessário analisar como a ansiedade e o aconselhamento virtual promovem a persistência desse problema na sociedade. A Internet de hoje é muito útil e, com ela, temos um mundo de informações disponíveis. Essa conveniência de acesso está se tornando cada vez mais comum em nossa sociedade, o que traz não apenas muitos benefícios, mas também muitos problemas e erros. Com o progresso tecnológico que testemunhamos, é muito comum ver a Internet se conectar à nossa sociedade todos os dias. Para muitas pessoas, a busca por diagnóstico médico está desatualizada e a Internet é essencial para determinar doenças e comprar medicamentos. No entanto, como você acha que não tem uma doença, o uso não intencional da ferramenta pode causar erros pessoais. Pessoas que sofrem de ansiedade acabam sempre optando por buscar algo na internet, pois eles tem dificuldades de lidar com a espera, e se distraem na internet, livros e até mesmo expressando o senso comum das pessoas sob a forma de “adivinhação” para especular que ela pode ter uma doença, para que ela mesma possa tomar o remédio sem ter que passar primeiro por especialistas da área, o que pode exacerbar alguns sintomas. Muitos, psicologicamente e, ao pensarem estar doentes e usarem fármacos exageradamente sem prescrição médica, como analgésicos, acabam desenvolvendo doenças reais. Como ilustração, além da obsessão pelo próprio estado de saúde, a ansiedade crônica. Esta, pode desencadear o isolamento social, como também impasses no próprio organismo de outrem.
Para intervir nesse problema, você deve investir em propagandas para alertar as pessoas sobre o perigo de consultar na Internet. Facilitar o acesso aos cuidados de saúde possibilita que muitas pessoas (devido à falta de acesso a médicos que eventualmente possam acessar a Internet para responder às suas perguntas) possam receber tratamento correto e seguro. E lute contra sites inseguros para espalhar as informações, o que acaba confundindo ou enganando aqueles que não podem acessar as informações de segurança.