Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 16/06/2020
Com o avanço da tecnologia em consequência do surgimento do meio técnico-científico-informacional o qual tem a informação e tecnologia como o centro de tudo, inúmeras situações do cotidiano humano foram facilitadas, tais como a educação a distância, a rapidez da comunicação, o fácil acesso a informação e entre diversos outros. Entretanto, a utilização excessiva e incorreta dos meios tecnológicos é um problema.
Nessas condições, a dependência da tecnologia pode resultar no agravamento de doenças mentais como depressão e ansiedade, isso porque quando se passa horas nas redes sociais em que a vida em sua maioria é mostrada de forma irreal, podem haver comparações do indivíduo com outras pessoas, o que é extremamente negativo.
Além disso, como é retratado no documentário “império de memes” da Netflix, os usuários da internet estão cada vez mais buscando a impossível perfeição estética a fim de curtidas e seguidores. A falsa imagem que inúmeras figuras públicas transmitem pode reforçar a insegurança e inferioridade a aqueles que veem. Ademais, muitas pessoas se sentem acolhidos pelas redes. Curtidas passam a ser um escape de um momento de tristeza e as mesmas são a saída de contíguos momentos de melancolia, já que alguns usuários sentem prazer em serem aprovados.
Portanto, o Governo deve investir em palestras executadas por psicólogos, os principais profissionais para lidar com problemas psicológicos, em instituições federais e privadas com o intuito de apresentar os futuros riscos do uso incorreto da tecnologia e o porquê de ser cauteloso com os meios tecnológicos, apresentando soluções para evitar o vício na internet, para que a população usufrua da tecnologia de forma saudável e sem consequências negativas.