Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 23/06/2020

Em 1939 teve início a terceira revolução industrial, a qual teve um grande avanços tecnológicos que vem sendo vivenciada dia pôs dia. Conquanto apesar de os avanços tecnológicos terem trazido ótimas invenções como a ‘internet’, também trouxe novas patologias uma delas foi a busca excessiva e não realista de ter algum sintoma ou condição de saúde que pode ameaçar a vida dela, mas que ainda. Nesse contexto não há dúvidas de que a cibercondria é um desafio no Brasil, o qual ocorre, infelizmente devido não só a falta de sites confiáveis, como também a falta de procura de profissionais na área da saúde.

A educação é fator principal para o desenvolvimento de um país, ocupando a nona posição na economia mundial, segundo dados do portal de notícias “Exame”, é de se acreditar que o Brasil possui um sistema público de educação de ensino eficiente, contudo a realidade é claramente a oposta e o resultado é observado na cibercondria. Segundo Dados do “ICTQ” a automedicação é praticada por 79% dos brasileiros com mais de dezesseis, diante do exposto, inadmissível que o ministério da saúde não faça nada

Faz-se mister, ainda, salientar a falta da procura de profissionais da área da saúde. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, é a características da “modernidade liquida” vivida no século XXI.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema, o ministério da saúde deve realizar campanhas pelos meios onlines e presenciais, com materiais didáticos específicos, com a participação de profissionais, junto a isso deve indicar sites confiáveis, dessa forma o Brasil poderá superar a cibercondria no Brasil