Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 24/06/2020

Os malefícios da cibercondria

Com os avanços tecnológicos se tornou cada vez mais fácil obter os mais variados tipos de informação, podendo ir de conteúdos mais banais para outros mais complexos. Contudo, o excesso de informação acaba afetando a saúde de muitos indivíduos, tendo em mente que muitas pessoas pesquisam por doenças ou sintomas que estão sentindo e quando encontram algum tipo de similaridades, cometem equívocos ao concluírem, por si só, determinados diagnósticos. Isto sem falar da automedicação, outra consequência que traz sérios malefícios.

Tal comportamento é perigoso vendo que muitos passam a substituir orientações médicas e passam a acreditar em tudo que leem sem ao menos se questionar. Estudo realizado pelo ICTQ (Instituto de Ciência Tecnologia de Qualidade) mostra que 40% dos brasileiros fazem autodiagnósticos e cerca de 76,4% se automedica.

É importante também lembrar que muitas informações médicas vindas do google acabam sendo equivocadas, às vezes a pessoa só está com uma dor de cabeça, mas na internet consta um possível tumor. Isso gera uma ansiedade e medo tendo essa possibilidade extrema em mente, outro ponto prejudicial.

Tendo essas informações em mente, o Ministério da Saúde crie campanhas de conscientização para estimular os cidadãos a marcar uma consulta real com um médico, ao invés de se autodiagnosticar e também sugerir um costume de se medicar apenas com os remédios receitados. Assim, será possível diminuir a cibercondria além de incentivar a área da saúde.