Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 29/07/2020
Os meios tecnológicos presentes na sociedade atual trouxeram vários benefícios, entre eles, está o rápido acesso às informações e a facilidade de encontrá-las. Nesse sentido, por meio da Internet é possível encontrar assuntos de vários temas, como sites de medicina e saúde. Muitos textos e descrições são publicados pelos mesmos com o objetivo de propagar conhecimento. Contudo, várias pessoas usam essas informações para fazer sua própria “consulta”, podendo chegar a um diagnóstico incorreto e consequentemente em um tratamento pouco ou completamente ineficaz, a cibercondria é conhecida por essa atitude.
Por mais que poucas pessoas saibam se tem essa “doença”, no Brasil 8 em cada 10 pessoas fazem o seu “auto diagnóstico” e por fim o “auto medicamento”. Isso devido ao fácil acesso as informações, medicamentos e a falta da busca de um auxílio profissional na área da saúde, essas informações trazem o conhecimento de inúmeras enfermidades e muitas delas com sintomas semelhantes ou até mesmo iguais e isso pode levar as pessoas a utilizarem drogas que não são recomendadas para a doença que possui.
Usar um medicamento “errado” pode inibir os sintomas ou até mesmo fortalecer a causa da doença (bactérias, fungos,etc…). Levando em conta essa situação o governo implantou uma medida para proibir a venda de alguns medicamentos sem o receituário, outra solução plausível é a implantação de um projeto que visa fazer palestras com fim informativo para mostrar a importância de se consultar com um profissional da saúde.