Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 18/08/2020
“Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade” - Albert Einstein. Pode-se afirmar que, a tecnologia está tendo grandes avanços, facilitando diversas utilidades e funções, principalmente na área da saúde. A cibercondria leva o indivíduo à compulsão em pesquisar por sintomas de doenças, ocasionado a automedicação.
Primeiramente, muitos pacientes não conseguem agendar as consultas no SUS (Sistema Único de Saúde), que pode levar até meses, além disso há questões de pessoas com ansiedades não conseguir lidar com a espera ou pelo simples fato de não ter tempo para consultar com o especialista de tal área. Entretanto, com a internet para facilitar mais o cotidiano, realizam buscas de enfermidades em sites não confiáveis e se automedicam sem nenhuma prescrição médica.
Ademais, com a frase de Einstein é notório a falta de ética na era digital, ultrapassando os limites nos campos da medicina, com informações e notícias ludibriadoras. Portanto, segunda pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), constatou que 77% dos brasileiros tem um hábito muito comum de usufruir medicamentos sem instrução. Efetivamente, utilização de remédios por contra própria tem um grande prejudicial na saúde, podendo levar à intoxicação do fígado, e até afetar o funcionamento do rins, que cuja sua função é a realização da filtração do sangue e expelir os produtos de metabolização, como os medicamentos.
Desta forma, o Ministério da Saúde, tem como objetivo oferecer recuperação e proteção a população, oferecimentos de palestras nas escolas, empresas e locais públicos sobre os perigos da Cibercondria. Por fim, adotar um sistema de vigilância constante, e limitar pesquisas realizadas nessa área da medicina, e conter campanhas nas mídias sociais alertando os sites não seguros e sites com informações confiáveis e seguros, com a verificação do sistema de vigilância, assim evitando catástrofes.