Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 10/08/2020
Devido ao constante acesso à recursos digitais, estes que buscam facilitar nosso cotidiano, junto com sua praticidade, consequentemente, surge o atraso. Nesse contexto, a internet como meio facilitador, onde proporciona ao usuário pesquisas rápidas e de fácil acesso, não garante a segurança em suas fontes, causando danos à saúde de uma sociedade que segue os preceitos encontradas nessa ferramenta, estimulando assim a antecipação de autodiagnóstico,assim como a automedicação. Pode-se afirmar que, em razão do acesso à internet e às ferramentas de busca, a sociedade, impulsionada pela ansiedade de se autodiagnositcar, e alienados à facilidade digital, acabam detendo de maneira irresponsável a internet como recurso primordial em seu diagnóstico, e a persuasão por esse meio sendo originada. De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto de Ciência Tecnologia e Qualidade (ICTQ), o Brasil é líder mundial em autodiagnóstico. Onde 40% da população faz autodiagnóstico pela internet. Diante do exposto, observa-se o quão nociva a internet pode ser aos seus usuários, alheando-os à de modo errôneo, mediante às imprecisões de seu diagnóstico, quando e os seus utilizadores usando-a de forma inconsequente, já que focam nos sintomas e menos à taxa de ocorrência da doença. Da mesma maneira, é necessário salientar os severos problemas ao se automedicar.
Segundo o Instituto de Ciência Tecnologia e Qualidade (ICTQ), 72% dos brasileiros se medicam por conta própria.Uma parcela assustadoramente grande e alarmente, dado que certos fármacos que contém antígenos apresentam uma falsa melhora nos sintomas de um paciente, apenas mascarando a doença e podendo ocasionar uma piora no quadro do mesmo, apenas superlotando ainda mais o sistema público de saúde.
Portanto, é de suma importância que a população seja conscientizada à respeito de tal problemática. Assim, é mister que o estado atue a respeito de tal impasse. Cabendo ao Ministério da Sáude, por meios de verbas governamentais, campanhas publicitárias por meio de redes sociais, além de palestras para destacar os prós e contras da internet em relação à saúde. Ademais, é importante que o Governo Federal através de programas de monitoramento, fiscalizar contéudos publicados na internet em relação à saúde.
Com isso,