Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 10/08/2020

Promulgado pela ONU a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os seres humanos o direito a Saúde, segurança e ao bem estar-estar social. Conquanto, a cibercondria impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nos problemas que a cibercondria traz pra sociedade. Diante do exposto, no Brasil cerca de 15% da população já se automedicou com informações que viram nas mídias sociais.

Faz-se mister ainda salientar a internet e as redes sociais como um dos principais impulsionadores do problema enfrentado por grande parte da população que é a cibercondria. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo Polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI.

Infere-se portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira urge que o Governo juntamente com Órgãos da saúde façam palestras para que a população entenda que a cibercondria é uma doença.Dessa forma,o Brasil poderia superar tal problema.