Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 10/08/2020
No contexto dessa discussão, é válido lembrar que a tecnologia trouxe grandes avanços para atualidade e promoveu facilidade na comunicação da sociedade, na qual é possível comprovar a frase do dramaturgo George Bernard, onde diz que a ciência nunca resolve um problema sem criar outros. Nesse sentido, torna-se relevante discutir a questão da cibercondria cujas principais causas são a preocupação excessiva com a saúde e a evolução do meio tecnológico. Esses dois fatores espelham uma realidade complexa e preocupante no que se refere aos seus efeitos sobre o país.
Diante das perspectivas apresentadas, sabe-se que de acordo com o Ministério da Saúde, a prática da automedicação pode acarretar no agravamento de uma doença e trazer dependência de remédios a uma pessoa. Na frase do matemático Thomas Hobbes, " O homem é o lobo do homem", é possível relacionar o ser humano como seu próprio lobo, se automedicando e trazendo malefícios a si próprio.
Porém, é preciso reconhecer que com a 2° Revolução Industrial, os meios de comunicação tornaram-se mais acessíveis. Ademais, o acesso a internet tornou-se altamente necessário desde o século XIX. Diante disso, é inegável que o avanço das redes promoveu o crescimento da cibercondria.
Por fim, entende-se a necessidade de reunir esforços para acabar com a cibercondria. Logo, é imprescindível que o Governo Federal em parceria com as Mídias influenciadoras como a Rede Globo de Televisão, intensifiquem campanhas de alerta, desenvolvendo consciência na população, com a finalidade diminuir o número de pessoas que se automedicam. Dessa forma, espera-se que o Ministério da Saúde estabeleça como meta a utilização da internet a seu favor, aprimorando a partir de realizar consultas online, para que as pessoas possam fazer um bom uso da tecnologia. Com essas condutas, espera-se que a cibercondria seja eliminada da sociedade. Conforme Thomas Hobbes, somente dessa maneira o homem deixar-se-á de ser seu próprio lobo.