Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 11/08/2020
Muito se tem discutido, recentemente, acerca da Cibercondria: a doença da era digital. Com o advento da tecnologia, o acesso a informações de todos os tipos tornou-se bem mais fácil. Constata-se que o excesso dessas informações prejudica a saúde, de modo que as pessoas preferem se auto-medicar do que consultar um médico, portanto, são necessárias medidas para combater esse problema.
Observa-se que o número de pessoas que fazem auto diagnósticos pela internet cresce cada vez mais. De acordo com dados do ICTQ (Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade), a auto-medicação não é praticada por apenas 21% dos brasileiros com mais de 16 anos.
É importante considerar também que as informações médicas, que são encontradas na internet, nem sempre são confiáveis, pois qualquer pessoa pode ir la e digitar uma receita (mesmo sem ter nenhum conhecimento sobre o assunto. Devido ao mau uso das informações, uma doença que seria facilmente tratada pode evoluir para uma doença mais grave ou até mesmo ser fatal. A substituição de uma consulta médica por pesquisas na internet, é um erro grave a pode causar uma série de consequências e até a morte.
Evidencia-se portanto, que são necessárias medidas para combater a Cibercondria. Cabe ao Ministério da Saúde (MS) a criação de campanhas publicitárias que incentivem e conscientizem a população à buscarem por serviços de saúde seguros e oficiais, além de reforçar as campanhas contra a auto-medicação, sempre alertando sobre os perigos que o mau uso de remédios pode causar. Dessa forma, será possível diminuir a auto-medicação, e melhorar a qualidade de vida da população através da utilização correta dos serviços de saúde.