Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 10/08/2020

Percebe-se que procurar sobre o que está sentindo na internet vem sendo cada vez mais frequente, dando inúmeros diagnósticos, a qual pode ser falso, possibilitando altos riscos de saúde e acaba ficando com receio de ir ao médico para se tratar.

As buscas por respostas de seus sintomas em websites, disponibiliza abundantes casos, podendo não ser verdadeiro, causando paranoias na cabeça do indivíduo, precisando de acompanhamento psicológico, e acabam causando dúvidas quando vão ao médico, por apenas acreditar nas coisas que pesquisa.

A automedicação pode afetar tanto o físico quanto o psicológico, trazendo perigo para a vida do consumidor. Em uma pesquisa feita pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), constatou que é um hábito comum entre 77% dos brasileiros, e quase metade (47%) se automedica uma vez por mês e (25%) todos os dias ou por semana, sendo capaz de agravar as ocorrências, tornando possível a morte da pessoa.

Entretanto, o sujeito deveria procurar ajudas profissionais, como um psicólogo, pois acaba se tornando dependente daquele medicamento ou a necessidade de descobrir o que está sentindo, da mesma forma que buscar um médico para tratar e dar o que necessita, assim como, disponibilizar mais consultas para a população.