Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 10/08/2020
Com o avanço da tecnologia, cada vez mais se faz presente o acesso a internet, porém, com ela vem, a falta da capacidade de discernir o que realmente importa em meio as pesquisas na website. Segundo o historiador Leandro Karnal “graças ao google as pessoas tem mais acesso a informação, e menos acesso a formação”. Diante disso, é necessário um planejamento para que a atuação social não fique apenas no mundo cibernético, pois este pode trazer uma série de consequências e uma delas é a doença da era digital a cibercondria.
Em primeiro lugar, a correria do dia a dia que o brasileiro enfrenta, e o fácil acesso que o smartphone concede acaba levando as pessoas a não irem ao médico, segundo pesquisa do jornal, Folha de São Paulo, o uso por conta própria de medicamentos é prática realizada por 8 a cada 10 brasileiros com mais de 16 anos. Esse tipo de comportamento não é bem visto pelos médicos tendo em vista a complexidade que é identificar uma doença descrevendo apenas alguns sintomas em site na internet.
Portanto, medidas governamentais devem ser realizadas. A campanha “O Dr. Google não é solução” deveria ser realizada de modo informativos, em que o público juntamente com o ministério da saúde poderiam fazer cartazes e anúncios com as seguintes frases “Procure um médico”, “Busque uma vida saudável” e “Não generalize sua doença no Google”. Ademais, as pesquisas digitais, no âmbito da saúde, e nas farmácias para alertar a população com os riscos da automedicação e das buscas equivocadas.