Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 11/08/2020
A cibercondria se da pelo uso da internet para se alto diagnosticar, fazendo a pessoa muitas vezes crer que possui uma doença grave, ou até em outros casos, a pessoa se convence de não possuir qualquer doença. Devido a isto, a pessoa por sua vez vai a procura de medicamentos, que muitas vezes são recomendados por amigos ou familiares, podendo piorar sua saúde ao invés de melhora-la. Contudo a internet acaba se tornando uma ferramenta prejudicial.
Muitas vezes devido a correria do dia a dia uma consulta em um hospital se torna algo difícil de se realizar, fazendo muitas pessoas recorrerem a internet. Por meio de tal as pessoas tiram conclusões precipitadas, e acreditam fielmente no que foi encontrado na internet, levando muitas vezes a desvalorização de um diagnóstico vindo de um especialista. Casos como estes são extremamente recorrentes, considerando que 79% dos brasileiros acima de 16 anos se automedicam, afirma a ICTQ.
Devido ao acesso rápido a medicamentos, as pessoa não consideram necessária a ida para um hospital para adquirir tal medicamento, sendo que só basta compra-lo. Segundo UNESP 90% das pessoas que se auto medicam sabem que isto representa riscos a saúde, contudo muitos vezes acreditam que não será algo perceptível. Porém os anti-inflamatórios inibem não apenas as enzimas causadoras da dor, mas também enzimas que controlam o fluxo sanguíneo pra os rins, e a produção de muco gástrico. Os anti-alérgicos exigem grande atenção, pois podem possuir substância que são sensíveis para determinadas pessoas.
Podemos concluir que o maior motivo da cibercondria é a dificuldade de acesso a hospitais. Devido a isto uma atitude que iria ser benéfica para quem necessita de atendimento seria os telemédicos, e também clínicas de atendimento rápido, e terem em maioria, aponta Gaz.Artifícios. Os telemédicos é uma medida que não traria desvantagem para os hospitais, podendo ser uma iniciativa dos maiores hospitais. Devido ao fato de muitos não possuírem condições as clínicas de atendimento devem se localizar em pontos estratégicos, não apenas nos centros das cidades.