Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 11/08/2020

A cibercondria é um derivado da hipocondria, que são extremamente parecidas, já que ambas compactuam da falsa necessidade de saber mais e mais sobre doenças e seus sintomas, e como consequência de tanta preocupação e fixação, acabam ingerindo remédios sem receita, agravando assim os problemas já pré existentes.

Primeiramente, deve-se entender que a internet é muito importante na sociedade moderna, não só pela informação em si, mas pela facilidade que temos em acessa-la, porém temos que saber filtrar corretamente as informações dispostas a nós, ainda mais quando o assunto é saúde. O aconselhável, é sempre procurar ajuda especializada e não sites, blogs, livros, revistas entre outros.

Um fator que contribui negativamente para a minimização do número de pessoas cibercondriacas (ainda mais neste nesta situação de quarentena que estamos passando, onde o risco de contaminação em hospitais é elevado) é a venda ilegal de remédios como antidepressivos, sem receita medica, o que é obrigatório para a compra desse tipo de medicamento.

Com isso, a internet, pode até ajudar na busca rápida de medicamentos, ou tratamentos, todavia não devemos substituir o diagnóstico “tradicional”, mas para que isso aconteça, é dever do estado, com seus meios de incentivo (propagandas, palestras, eventos municipais), conscientizar as pessoas, quanto a importância da consulta e dos perigos da automedicação. Tudo afim da valorização da saúde publica esclarecendo sobre a cibercondria.