Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 12/08/2020

Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem como característica mais marcante um nacionalismo ufanista, acreditando em um Brasil utópico. Entretanto, o descaso com a cibercondria torna o país mais distante do imaginado pelo personagem. Nessa perspectiva, seja pela morosidade do sistema público de saúde, seja pela geração de ansiedade, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.

Em primeiro plano, vale ressaltar que um dos principais males desse obstáculo é a demora na hora de marcar uma consulta pelo SUS (Sistema único de Saúde). Isso ocorre, pois há uma carência dos profissionais de saúde especializados nos postos de saúde. Sendo assim, é necessário que medidas sejam tomadas para solucionar esse problema.

Além disso, deve-se pontuar que muitos indivíduos passam mal por conta da delonga de até 2 meses para o seu atendimento médico. Isso ocorre, pois há uma inquietação e essa preocupação pode causar danos à saúde. Sendo assim, é necessário que providências sejam feitas para solucionar esse caso.

Torna-se evidente, portanto, a urgência de medidas para alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever do Ministério da Saúde - orgão responsável pelas políticas públicas voltadas para a promoção, a prevenção e a assistência à saúde dos brasileiros - promover campanhas de conscientização acerca da cibercondria, por meio de informes publicitários e propagandas, os quais retratem, de maneira fidedigna, a seriedade do assunto com o intuito de esclarecer e orientar a população sobre essa doença. Só assim, o problema da hipocondria digital está amenizado.