Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 13/08/2020

O livro “Cidadão de Papel”, de Gilberto Dimenstein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxergar as malesas que afligem o Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, é necessário entender que a cibercondria afeta a sociedade como um todo. Assim, seja pela possibilidade de agravar doenças, seja pelo acesso livre as informações, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.

A princípio, é importante destacar que um dos principais males da cibercondria é a possibilidade de agravar doenças. Isso ocorre, pois as pessoas tiram suas próprias conclusões sobre quais medicamentos tomar, sem prescrição médica, o que pode agravar a situação. Sendo assim, é necessário que medidas sejam tomadas para reverter esse quadro.

Além disso, deve-se pontuar que o acesso livre as informações, o uso do Dr. Google, pode fazer com que as pessoas concluam que tem uma doença por conta própria, interpretem exames de forma errada ou ignorem uma doença grave. Portanto, é indispensável que medidas sejam cobradas para reverter esse quadro.

Torna-se evidente, portanto, a urgência de medidas para alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever do ministério da saúde promover campanhas de conscientização acerca da cibercondria, por meio de propaganda e informes publicitários, os quais retraem, de forma fidedigna, a serenidade do assunto com o intuito de esclarecer e orientar a população sobre essa doença. Só assim, o problema da hipocondria digital será amenizado.