Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 14/08/2020

Cibercondria, tem sido altamente desenvolvida nos brasileiros, proveniente do uso da internet ser cada vez mais acessível. Esse problema pode trazer muitos problemas sérios, como acreditar que possui uma doença grave  ou o contrário, acreditar que não é grave e não procurar por um médico, deixando que uma possível doença se desenvolva em seu organismo.

Deve-se pontuar que a sociedade atual é vista como a que apresenta os maiores índices de transtornos de ansiedade e pânico, além da depressão e do medo, o que colabora para que as pessoas encontrem no mundo digital um lugar agravante para suas incertezas pessoais. observa-se que segundo o portal “Minha Vida”, 80% dos brasileiros pesquisam doenças e sintomas na internet, por consequência o número de pessoas que se autodiagnosticam e se automedicam duplicaram nos últimos anos. Ou seja, o excesso de informação em diversos sites de busca, como o Google, e a facilidade de ser ter acesso a medicamentos, possibilitaram uma certa comodidade, na qual as pessoas não encontram mais o sentido de ir ao médico, situação que também é propiciada devido a assistência no Sistema Único de Saúde ser lenta, negligenciada e precária.

Desse modo, vê-se que a Cibercondria é muito prejudicial e atinge uma grande parcela da sociedade. Fazendo-se necessária a criação de uma Campanha Nacional de Conscientização da Cybercondria, efetuada pelos Ministérios da Saúde e Educação em parceria com as mídias virtuais e televisivas, efetuado em duas etapas.Inicialmente, os Ministérios devem promover palestras e atividades explicativas para estudantes do ensino médio, a fim de concientiza-los dos ricos desse problema. Posteriormente, deve-se fazer comerciais para vincular na midia televisiva e videos especializados para as redes sociais e canais de comunicação digital, a fim de democratizar o conhecimento sobre os malefícios da automedicação e diagnósticos precose.