Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 14/08/2020
Segundo Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. A cibercondria reflete essa realidade, uma vez que persiste influenciada por pesquisas na internet sem nenhuma fonte confiável, além da preocupação intensa depois de aparecer um sintoma de alguma doença, causando ansiedade.
Nesse contexto, é preciso ressaltar que a crença das pessoas em qualquer coisa que veem na rede se configura como um agravante dessa problemática, e geralmente, essa auto-decisão da pessoa em pesquisar na internet e tomar remédios sem supervisão de um médico confiável pode agravar a situação ou causar um novo problema, com alta necessidade de uma supervisão médica.
A fim de solucionar esse impasse, é necessária a mobilização de determinados agentes implicados em combate a cibercondria. Portanto, o governo deve ressaltar a importância de uma receita médica acerca de um problema, por intermédio de sempre relembrar de consultar um médico, com “posts” e notícias, alertando de sempre fazer uma consulta médica antes de tomar conclusões próprias. Como resultado dessa nova perspectiva, ocorrerá uma diminuição de casos onde foi tomado um remédio sem prescrição de um médico confiável e acabar ficando pior e uma tranquilização da população.