Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 19/08/2020

Com a propagação da revolução tecnológica, as pessoas estão buscando cada vez mais respostas por meio da Internet. No entanto, quando usada, essa ferramenta pode fornecer uma relação de confiança entre os usuários. Assim, criando uma sociedade que segue os preceitos existentes na rede, que muitas vezes, promove o incentivo da auto-cura.

Nos últimos anos, a tendência de pessoas que usam plataformas de pesquisa na Internet para responder a perguntas relacionadas à saúde está aumentando. O acesso às informações fornecidas sem orientação profissional fará com que a pessoa tire conclusões precipitadas e erradas. Isso causa pânico pessoal, e a pessoa começa a buscar um método de “cura”, que é a característica de seu problema. Um dos métodos é a automedicação, pois a possibilidade de erros é muito alta, a automedicação muitas vezes leva ou agrava a doença. Segundo dados do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), 70% das pessoas no Brasil tomam seus próprios medicamentos todos os dias.

Diante do exposto, conclui-se que é importante saber como lidar com todo tipo de informação que obtemos na Internet. Portanto, precisamos que as autoridades políticas e o Ministério da Saúde realizem uma campanha de conscientização das pessoas e busquem ajuda especializada.

A doença mitocondrial é uma doença digital nociva à sociedade, por isso é preciso encontrar uma solução, é muito importante regulamentar as informações médicas na Internet, assim, o Ministério da Saúde e o Conselho Federal de Medicina precisam disponibilizar sites confiáveis ​​operados por profissionais de saúde. A psicoterapia também é muito importante, pois o paciente precisa ajudar na ansiedade, para que seja possível diminuir o raquitismo da rede.