Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 14/08/2020

É de conhecimento geral que, a modernização ocorre diariamente, tal como a Terceira Revolução Industrial iniciada no século XX, a qual revolucionou o mundo tecnológico e informático, entretanto a tecnologia nem sempre é favorável à humanidade, um exemplo disso é a cibercondria, isto é, a ansiedade e o medo excessivo e desnecessário gerados por conclusões precitadas retiradas da internet a respeito da saúde do indivíduo.

A cibercondria possui por consequência diversas ações, uma delas é a automedicação, a qual atualmente segundo o Concelho Federal de Farmácia, é feita por 77% dos brasileiros, um dado alarmante, pois além do sujeito não levar em consideração as indicações de um profissional, ele pode consumir medicações erradas e gerar ainda mais complicações como, por exemplo, uma intoxicação.

Ainda existe o fator de que nem sempre a internet é o meio mais confiável de busca de informações, com a existência de Fake News, as quais não se remetem apenas à notícias relacionadas ao esporte ou à política, mas também à saúde, o que pode acarretar em quadros graves de cibercondria, caso não seja comprovada a sua insinceridade, sendo necessário até mesmo um acompanhamento psicológico nesses casos.

Portanto, cabe ao Ministério da Saúde propor leis mais rígidas que evitem a livre comercialização de medicamentos, ou seja, para que a população possa adquirir qualquer medicamento, deve haver primeiramente uma consulta legal com um profissional da saúde, para dessa forma evitar a automedicação, ação tão comum entre os brasileiros atualmente.