Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 20/08/2020
Cibercondria é a busca na Internet sobre os sintomas que o preocupam, o que inspira um autodiagnóstico pessimista, aumentando assim a sua ansiedade. Segundo dados divulgados pela Comissão Federal de Farmácia (CFF), 77% dos brasileiros fazem automedicação, o que já se tornou um hábito dessa população. Portanto, é necessário analisar a falta de participação social e o baixo desempenho nacional neste impasse.
Primeiramente, apesar dos muitos benefícios da Internet, as pessoas não costumam ir ao médico e acabam tomando medicamentos sozinhas porque muitas vezes procuram sua doença no “Google” ou em redes sociais com pessoas com sintomas semelhantes, mas devido aos sintomas, pode causar preocupação desnecessária. Pode estar relacionado a várias doenças graves, e os cidadãos correm o risco de tomar o medicamento errado e precisam ser tratados por um médico.
Segundamente, para quem não pode pagar para ver um médico e precisa ir a um posto de saúde ou hospital público, eles desestimulam a direção por causa dos longos atrasos e das condições estruturais nem sempre confortáveis, embora algumas pessoas não tenham médico, ou Poucos médicos podem fornecer serviços a todos os necessitados. Outro fato é que vão à farmácia pedir remédio sem receita ou recomendação do farmacêutico, acham que fizeram algo certo, sem opinião de nenhum profissional de saúde, mas sim uma pesquisa nas redes sociais.
Portanto, o Ministério da Saúde deve contratar mais médicos para cargos públicos de saúde e hospitais para garantir atendimento mais rápido, e não permitir que farmacêuticos liberem remédios sem receita, e organizar campanhas na mídia para divulgar pesquisas na internet para fazer sociedade ciente das consequências.